Eu tô com saudades
Da nossa amizade
Do tempo em que a gente
Amava se ver
Eu não sou palavra
Eu não sou poema
Sou humana pequena
A se arrepender
Às vezes sou dia
Às vezes sou nada
Hoje lágrima caída
Choro pela madrugada
Às vezes sou fada
Às vezes faísca
Tô ligada na tomada
Numa noite mal dormida
Se o teu amor for frágil e não resistir
E essa mágoa então ficar eternamente aqui
Estou de volta a imensidão de um mar
Que é feito de silêncio
Se os teus olhos não refletem mais o nosso amor
E a saudade me seguir pra sempre aonde eu for
Fica claro que tentei lutar por esse sentimento
Diga sim ouça o som
Prove o sabor que tem o meu amor
Cola em mim a tua cor
Eu te quero sim sem dor
Diga sim...
9.9.14
29.7.14
Treinta días
Hoy es noche desde hace treinta días
Que con las mismas mejillas surcadas
Pude alcanzar tu oído más no tu alma
Justo como ahora que la humedad que brota de estos luceros apagados
me ahoga la voz
Me siento débil hoy
Ya sabes que tu protección es mi talón
Que el recuerdo de tus brazos
Mantiene estas ideas de trascendencia
Estas alucinaciones colgadas de tu melena ondeada y preciosa
Mi vientre se retuerce del vacío
Y llegan a la pupila los errores, los arrepentimientos
Si me pongo racional, fría y utilitarista,
No debería pensar siquiera en el asunto, no hay culpa de mi parte, pero mis brazos aún quieren circundarte y pedir perdón.
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